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10 de novembro de 2008
Consumidor ainda está pouco à vontade para comprar casa e carro, aponta ACSP
SÃO
PAULO - Em outubro, de acordo com o
INC (Índice Nacional de Confiança)
divulgado pela ACSP (Associação
Comercial de São Paulo), os consumidores
ainda demonstram se sentirem pouco à
vontade para comprar um carro ou uma
casa.
A média dos que disseram se
sentir muito menos à vontade manteve
os 40 pontos, atingidos em setembro, no
décimo mês de 2008. Já a
média dos que disseram estar muito
mais à vontade para realizar este
tipo de aquisição agora do que
há seis meses ficou em 32 pontos
em outubro, também o mesmo percentual
que o registrado um mês antes.
Compras
menores
Ainda segundo o estudo, o INC dos
consumidores que se mostraram muito menos à
vontade para realizar compras menores, como
a de um fogão ou uma geladeira,
permaneceu inalterado, mantendo os 32 pontos
do mês de setembro, em outubro.
Em
contrapartida, a média dos brasileiros que
afirmaram se sentir muito mais à
vontade para comprar esse tipo de produto
agora do que há seis meses apresentou
queda no décimo mês do ano,
passando de 45 para 44 pontos.
Região
e classe social
Ao considerar as compras
maiores, como as de um carro ou casa,
a pesquisa aponta que a classe social
que se mostrou mais à vontade foi
a AB, com 45% das respostas, contra 36%
da C e 28% da DE. A região
Norte/Centro-Oeste apresentou 3% da população
declarando estar muito mais à vontade
com as compras maiores. Sul e Nordeste
ficaram com 12% e 11%, nesta ordem. Na
região Sudeste, o índice foi de
7%.
No caso dos itens para a casa,
como fogão e geladeira, a maior
disposição também veio da classe
AB (53%). Na C, ela foi de 18%, e
na DE, de 38%. Por região, Nordeste
apresentou o maior percentual de pessoas
muito mais à vontade para realizar
este tipo de aquisição: 16%.
Gastos
com prestações
Por fim, o
levantamento realizado pela Ipsos Public Affairs
com mil pessoas revela que a média
de gastos dos consumidores com
prestações/crediários aumentou entre o
nono e o décimo mês de 2008,
ficando em R$ 89.
Já na comparação
com outubro do ano passado, quando a
média de gastos com prestações/crediários
era de R$ 73, houve aumento de 21,92%.
Fonte: Infomoney