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02 de dezembro de 2005

 Entregam hoje em Guadalajara Prêmio Arpa-FIL2005

Por: Jorge Smith, enviado especial


Guadalajara, México, 2 dez (PL) O Prêmio Harpa FIL-2005 com o que a Feira Internacional do Livro de Guadalajara (FIL) recompensa a arquitetos e restauradores será entregue hoje ao Erich Coufal.
Coufal, arquiteto de profissão, é austríaco de nascimento e radicado faz anos em Guadalajara.
Antecedeu-lhe no galardão o arquiteto catalão Oriol Bohigas, Prêmio ArpaFIL-2004.
Entre os atrativos da sétima jornada da FIL estão a inauguração do IV Encontro Internacional de Caricatura e Anedota, com a participação do célebre humorista mexicano Eduardo del Río (Rius), Sergio Aragonés, Carlos Correa, e o presidente da Feira, Raúl Padilla.
Este foro incitará as conferências e mesas redondas: História da Iberoamérica das crianças; Abstração intelectual da piada gráfica e da história; Humor, sociedade e Novos criadores de piadas e outros relatos.
Pontos de interesse, também o serão os debates de Literatura fantástica, a mesa de escritores argentinos e a continuação do ciclo Meu amigo Julio: jovens do século XXI com Julio Verne, dedicado ao magistral criador de Viaje à Lua, Os filhos do Capitão Grant e 20 mil léguas de viagem submarina.
No sempre esperado parágrafo das apresentações de livros ressalta O assassinato de Elena Garro. Jornalismo através de uma perspectiva biográfica, de Patricia Rosas Lopátegui.
A publicação de Quixote e As obras completas do Inca Garcilaso da Vega, a cargo da editorial Empresa O Comércio, constituirá assunto de supremo interesse para os assistentes da FIL.
Títulos como A história do merengue no México, de Ramón Gass, e Vícios públicos, poder e corrupção, também matizarão a jornada de trabalho.
Um dos instantes mais esperados no programa da FIL é a apresentação do poemário-libero de relatos eróticos Um poema e sua maçã, da escritora porto-riquenha Etnaris Rivera.
Completam a lista de nomes de apresentações de textos: Frida Kalo. Em sua luz mais íntima, de Raquel Tibol; O antigo esquecimento, do Rodolfo Naró; A mulher polícia, de Martha Cerda; As neblinas do Almagro, do Eduardo Monteverde, e Francisco Tenamaztle, primeiro guerrilheiro da América, de Miguel Leão.
Os quatrocentos anos da primeira edição de Quixote terá uma conversa intitulado Mulheres reais e imaginárias no Quixote, com a participação da Ana Colchero.
Por outra parte, o XIX Encontro Internacional de Ciências Sociais que acontece com êxito faz cinco dias abrangerá os temas A pobreza e as políticas sociais na América Latina e Esquemas de integração regional.
Do mesmo modo, o XVI Conversa de Comunicação, Esporte e Sociedade abordará a psicologia no esporte, produção digital no campo das ciências do esporte e a influência do esporte nas culturas americanas.
De noite em La Esplanada, atuarão os grupos de rock La Sarita, do Peru, e Cuca, do México.
A véspera teve momentos como a reunião de Mil jovens com o escritor e roteirista de cinema mexicano Vicente Leñeiro; a reunião entre escritores da Eslovênia e Jalisco e uma conversa sobre políticas culturais e a participação do Estado.
Precisamente Vicente Leñeiro, apresentou, além disso, o livro La invasion, de Ignacio Solares, e a editorial Planeta o volume Permissão para sentir, do escritor peruano Alfredo Bryce Echenique.
O Centenário do Quixote teve na escritora espanhola Rosa Montero (A filha do Canibal), a uma entusiasta dissertadora e "propagandista".
Produziu-se uma conversa intitulada Aproximação à narrativa peruana contemporânea que esteve animado por Iván Thays, Miguel Gutiérrez, Santiago Roncaglioto, Jorge Eduardo Benavides e Isaac Goldenberg.
Por último na esplanada atuaram o grupo mexicano de jazz-fusão Trocker e o peruano de musical-fusão Manuel Miranda.

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