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01 de fevereiro de 2006

Grávidas com depressão devem continuar tratamento       

Washington, 1 fev (PL) Muitas grávidas tratadas por depressão grave correm o risco de sofrer uma recaída se deixarem de tomar os medicamentos, divulgou a revista Journal of the American Medical Association (COME) em seu último número.

   As conclusões do estudo contradizem a crença geral de que as mudanças hormonais durante a gravidez protegem contra esse transtorno.

   "As mulheres que interromperam o tratamento farmacológico sofreram uma recaída com uma freqüência significativamente maoor durante a gravidez em comparação com as que continuaram medicando-se", escreveram os pesquisadores na revista.

   A equipe dirigida por Lee S Cohen, da faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, comparou as probabilidades de sofrer uma recaída em quão grávidas abandonaram o consumo de antidepressivos e as que continuaram com o tratamento.

   Os investigadores selecionaram às voluntárias em centros especializados na atenção de mulheres grávidas com depressão grave.

   As pacientes tinham quatro meses de gravidez e estavam tomando antidepressivos fazia três meses.

   Segundo o estudo, 68 por cento das mulheres que suspenderam a medicação ao início da gravidez sofreram uma recaída, concluiu a pesquisa.

rgc/mor

 

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